Homem lutou contra o Estado Islâmico graças ao que aprendeu a jogar Call of Duty

Os mais viciados em videojogos sabem bem o que é levar um raspanete por passarem horas e horas a fios colados a uma consola ou a um computador. O que não sabem é que estão a adquirir habilidades que podem servir mesmo para ir para a guerra defrontar o Estado Islâmico…

Pelo menos foi o que fez John Duttenhofer, um gamer do Colorado, Estados Unidos, que foi até à Síria participar como combatente, e segundo o que declarou, conseguiu sobreviver graças às habilidades que obteve a jogar o famoso jogo Call of Duty.

Depois de passar 13 horas diárias a jogar, de acordo com o que explicou ao Daily Mail, ele aprendeu as habilidades básicas de combate e as armas de que necessitaria para sobreviver durante 6 meses na zona de Raqqa, apoiando as Unidades de Proteção Populares.

De forma fantástica, conseguiram libertar a cidade em questão das forças do Estado Islâmico, e o mais importante – conseguiu sobreviver!

Este homem vendeu o seu automóvel para reunir 7 mil dólares, que serviram para comprar todo o equipamento necessário para partir até à Síria. A sua preparação foi feita, para além dos videojogos, ao andar de bicicleta, para melhorar a condição física.

Entrou em contacto com as forças kurdas, que o receberam, dando-lhe instrução com armas. Para além disso, ensinaram-lhe o básico do idioma durante algumas semanas.

No momento de entrar em ação, John explicou que todas as horas passadas a jogar videojogos foram muito valiosas:

“Os videojogos prepararam-me para conhecer estratégias e como não morrer. Como cobrir-me e não permanecer em campo totalmente descoberto. Não foi algo que aprendi ao combater, mas quando era criança jogava todos os dias depois da escola. Podia sentar-me e passar 13 horas a jogar como se não fosse nada.”

Depois de 6 meses em Raqqa, o gamer regressou a casa, ainda que tenha ficado decepcionado, por não ter conseguido matar nenhum terrorista.

É preciso tê-los no sítio…